Alguém poderia me dizer de onde vem as viroses?
É um vento frio ou quente que penetra pela pele? ou será que entra pelos olhos?
Sei que dói no corpo, arde a pele, deixa agente atirado feito trapo. Sim, trapo porque é esse o aspecto dos efeitos da virose...
Dureza é ver a Sofia meio animada, meio trapo, totalmente cor de rosa com aqueles olhinhos a me olhar...
Já brigou comigo porque quer colocar o vestido rosa, quer ir pra escolinha, porque quer ver o filme do início, tomar água gelada e andar descalça.
Eu já dei xarope, anti térmico, anti inflamatório, própolis, colinho, beijinho, negrinho, refrigerante...e todo meu amor.
sexta-feira, junho 16, 2006
terça-feira, junho 13, 2006
Sala do pânico
Agora eu estou bem, apenas um pouco de dor que um analgésico resolve.
Fui fazer um procedimento cirúrgico "simples" ontem no hospital aqui da cidade. Ficou marcado pras seis horas da tarde. Seis horas eu estava lá. Acho que eram sete horas quando a enfermeira foi me buscar no saguão do hospital e me conduzir até o bloco cirúrgico.Cheiro de alcool etílico e sei lá o que mais, sufocante. Lá outra enfermeira me olhou e disse:
-É com a doutora Clarisse? há, vai ter que aguardar um pouco. Tira toda roupa coloca aquela roupinha ali, com a parte aberta pra trás.
Um frio danado, até ali dentro que de longe era o lugar mais quente do hospital. Pedi um cobertor e a enfermeira me colocou numa cama na sala de recuperação, com o cobertor.Na sala já tinha um senhor, quieto. Em seguida entrou outro, este acompanhado da filha. Colocaram no do meu lado separado por um biombo daqueles de hospital. Esse tava com medo, era audível. toda hora ele queria saber como tava a pressão. A filha ia acalmando o pai aflito.
descobri que antes de mim havia uma cesáriana.Antes da cesária um senhora com fêmur quebrado em plena cirurgia, pensei em tentar dormir um pouco por que senti que ia longe aquele martírio. Jura que eu consegui....em seguida a enfermeira entrou dizendo que tinha que arrumar espaço pra colocar a "vó". aperta daqui e dali e chega a vó...uma senhora de 88 anos que havia quebrado o fêmur. Gemia e vomitava bem do meu lado...tadinha.Dela e de mim...
Até que finalmente chegou a adorável enfermeira que me colocou um acesso dolorido pra caralho, com soro. a belezinha não gotejava e claro saiu sangue pela manguerinha. Enfim chegou minha vez, lá me fui pra sala de cirurgia. me doparam e eu dormi. só senti o final que doeu! depois disso mais uma hora na sala dos horrores, agora com uma mãe recém parida do lado, bem mais agradável...
Fui fazer um procedimento cirúrgico "simples" ontem no hospital aqui da cidade. Ficou marcado pras seis horas da tarde. Seis horas eu estava lá. Acho que eram sete horas quando a enfermeira foi me buscar no saguão do hospital e me conduzir até o bloco cirúrgico.Cheiro de alcool etílico e sei lá o que mais, sufocante. Lá outra enfermeira me olhou e disse:
-É com a doutora Clarisse? há, vai ter que aguardar um pouco. Tira toda roupa coloca aquela roupinha ali, com a parte aberta pra trás.
Um frio danado, até ali dentro que de longe era o lugar mais quente do hospital. Pedi um cobertor e a enfermeira me colocou numa cama na sala de recuperação, com o cobertor.Na sala já tinha um senhor, quieto. Em seguida entrou outro, este acompanhado da filha. Colocaram no do meu lado separado por um biombo daqueles de hospital. Esse tava com medo, era audível. toda hora ele queria saber como tava a pressão. A filha ia acalmando o pai aflito.
descobri que antes de mim havia uma cesáriana.Antes da cesária um senhora com fêmur quebrado em plena cirurgia, pensei em tentar dormir um pouco por que senti que ia longe aquele martírio. Jura que eu consegui....em seguida a enfermeira entrou dizendo que tinha que arrumar espaço pra colocar a "vó". aperta daqui e dali e chega a vó...uma senhora de 88 anos que havia quebrado o fêmur. Gemia e vomitava bem do meu lado...tadinha.Dela e de mim...
Até que finalmente chegou a adorável enfermeira que me colocou um acesso dolorido pra caralho, com soro. a belezinha não gotejava e claro saiu sangue pela manguerinha. Enfim chegou minha vez, lá me fui pra sala de cirurgia. me doparam e eu dormi. só senti o final que doeu! depois disso mais uma hora na sala dos horrores, agora com uma mãe recém parida do lado, bem mais agradável...
segunda-feira, junho 12, 2006
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