segunda-feira, novembro 23, 2009
O fim de semana foi sem luz.
Quando chove aqui e falta luz ficamos pelo menos um dia inteiro sem energia elétrica. A vida dá uma paradinha, não tem computador ou televisão. Quando escurece o melhor é ir pra cama pensar na vida, pois não há vida prática no escuro, a louça não parece suja, a bagunça se esconde numa sombra qualquer e agente contempla o silencio. As relações agradecem e a criatividade também. Abre-se um instante de tempo onde não há como fugir pro computador ou se hipnotizar na televisão. Até aí tudo bem, filosofia barata e muito blá, blá, blá, mas quando isso dura 4 dias inteiros começa a feder a geladeira, derreter o sorvete, as comidas do freezer é melhor nem olhar e bebidas refrescantes viram sonho. O calor não era infernal, mas se fosse, eu teria que dormir na rua com os cachorros. Em algum momento eu pensei que ia amarrar um pano branco na cabeça e sairia morro abaixo junto com a água da chuva, mas quem tem filhos se salva da loucura, logo elas me mostraram que dá pra ser divertido. Descobrimos rios novos no sítio, o rio das bonecas. Foi bom e refrescante em meio a falta de normalidade, de paciência, de vontade e de luz!
Quando chove aqui e falta luz ficamos pelo menos um dia inteiro sem energia elétrica. A vida dá uma paradinha, não tem computador ou televisão. Quando escurece o melhor é ir pra cama pensar na vida, pois não há vida prática no escuro, a louça não parece suja, a bagunça se esconde numa sombra qualquer e agente contempla o silencio. As relações agradecem e a criatividade também. Abre-se um instante de tempo onde não há como fugir pro computador ou se hipnotizar na televisão. Até aí tudo bem, filosofia barata e muito blá, blá, blá, mas quando isso dura 4 dias inteiros começa a feder a geladeira, derreter o sorvete, as comidas do freezer é melhor nem olhar e bebidas refrescantes viram sonho. O calor não era infernal, mas se fosse, eu teria que dormir na rua com os cachorros. Em algum momento eu pensei que ia amarrar um pano branco na cabeça e sairia morro abaixo junto com a água da chuva, mas quem tem filhos se salva da loucura, logo elas me mostraram que dá pra ser divertido. Descobrimos rios novos no sítio, o rio das bonecas. Foi bom e refrescante em meio a falta de normalidade, de paciência, de vontade e de luz!
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