sexta-feira, fevereiro 12, 2010






E tu, que pelo céu passeias.
Pela última vez o meu sofrer franqueias!
Quantas vezes me vês aqui, à meia noite,
Em vigília, sentindo do sofrimento o açoite!
Debruçado a estudar dos livros a escritura,
És minha companheira em horas de desventura.

Goethe.

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